Paradesporto, mente forte e propósito: reflexões sobre um encontro transformador

Há fotos que registram um momento. Outras guardam significados.

Nesta imagem, levo comigo muito mais do que um encontro profissional: carrego uma experiência que me fez refletir profundamente sobre o verdadeiro sentido do paradesporto.

Ao lado de dois professores de atletismo e da minha estagiária, no universo do paratletismo, não vemos apenas limites sendo superados. Vemos potencial sendo lapidado todos os dias. Vemos disciplina, resiliência e, principalmente, uma força mental que muitas vezes passa despercebida por quem olha de fora.

No paratletismo, o corpo mostra do que é capaz. Mas é a mente que sustenta a jornada.

É nesse ponto que a psicologia do esporte se torna essencial. Trabalhamos para ajudar o atleta a transformar a raiva em foco, o medo em impulso e as pedras do caminho em degraus rumo ao pódio. Mais do que desempenho, falamos de identidade, autoconfiança e construção de propósito.

Estar nesse ambiente é um privilégio. É um espaço de troca constante, onde ensino e aprendizado caminham juntos. Cada treino, cada conversa e cada desafio reforçam a importância de um trabalho integrado entre comissão técnica, atletas e profissionais da psicologia.

Meus parabéns a Eduardo Pereira e Micheline Cardoso Pereira pelo incrível trabalho que vêm realizando na APOP. O impacto que vocês geram vai muito além das pistas.

Também registro o reconhecimento à Unoeste, que fortalece a formação acadêmica e profissional, ampliando as possibilidades de atuação no esporte.

Que venham mais encontros assim. Porque no paradesporto, mais do que medalhas, formamos histórias de superação e excelência.

 

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